PESQUISADO E POSTADO, PELO PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
REFERÊNCIA:
http://clubedasaude.no.sapo.pt/a_educacao_sexual.htm
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A EDUCAÇÃO SEXUAL.
Nos últimos anos a temática da Educação Sexual nas escolas tem sido objecto de medidas legislativas e políticas específicas - a Lei 3/84 “Direito à Educação Sexual e ao Planeamento Familiar” - ou integradas em instrumentos legislativos e operacionais da política educativa, nomeadamente a Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei 46/86 de 14 de Outubro).
No entanto, o momento a partir do qual se pode ou deve começar a fazer Educação Sexual e como fazer Educação Sexual nas escolas, é uma dúvida que surge com frequência.
Educar é um processo que tem início com o nascimento, e portanto a Educação Sexual deve ser integrada nas escolas desde esse momento e em comunhão com a educação dada pelos Pais / Encarregados de Educação.
Assim sendo, torna-se necessário definir claramente os objectivos da Educação Sexual, aferir e aumentar os conhecimentos sobre a sexualidade, preparar um programa e treinar as capacidades pedagógicas dos docentes, nomeadamente as de saber ouvir de fomentar a participação e o debate entre várias posições (FRADE, 1999).
Para se traçar os objectivos e criar um programa de Educação Sexual, tem-se que recorrer ao conceito de Sexualidade.
Muitos dos receios em torno da Educação Sexual, devem-se à ideia redutora do conceito de Sexualidade. Pois, a Sexualidade para a maior parte das pessoas, resume-se ao sexo e ao sistema reprodutor. É verdade que a reprodução é uma componente indispensável nos programas de Educação Sexual, mas a Sexualidade é muito mais abrangente. A Sexualidade “é uma força viva no indivíduo, um meio de expressão dos afectos, uma maneira de cada pessoa se descobrir e descobrir os outros.” (MOITA, APF).
A Organização Mundial definiu-a como “uma energia que nos motiva a procurar o amor, contacto, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser sensual e ao mesmo tempo sexual, ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções com os outros e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental.”
Em suma, a Sexualidade engloba a:
- Identidade sexual (masculino/feminino);
- Os afectos e a auto-estima, isto é, os nossos sentimentos em relação a nós próprios e em relação aos outros, em ralação a todas as mudanças do nosso corpo, etc.;
- Todas as alterações físicas e psicológicas ao longo da nossa vida;
- Conhecimento da anatomo-fisiologia do sexo feminino e masculino;
- Higiene na puberdade;
- A gravidez, o parto, a maternidade e a paternidade;
- Os métodos contraceptivos;
- As doenças sexualmente transmissíveis.
Deste modo, estão apresentados os diversos domínios que podem integrar um programa de Educação Sexual e que podem ser trabalhados com os alunos desde o ensino Pré-Escolar ao ensino Secundário. No âmbito do 2º e 3º ciclos do ensino Básico, os espaços por excelência onde se pode trabalhar a Educação Sexual com os alunos é nas áreas não disciplinares de Formação Cívica, de Área de Projecto e da Área-escola. Foi, exactamente, no âmbito da Área-escola e do Clube da Saúde que a turma do 8º C elaborou esta página.
Os programas de Educação Sexual a desenvolver numa escola deve ser adaptado à faixa etária dos alunos, sendo muito importante começar por trabalhar a auto-estima e as relações de afectividade dos alunos. Para tal, existem actividades propostas, por exemplo, pela APF - Associação para o Planeamento da Família, e jogos muito interessantes, por exemplo, os “jogos dos afectos” da Graça Gonçalves (consultar bibliografia/contactos) destinados a alunos desde o ensino Pré-escolar até ao ensino Secundário.
Entre os muitos objectivos da educação Sexual no domínio dos conhecimentos, sentimentos, atitudes e capacidades individuais, salientando alguns que justificam a necessidade de implementar a Educação Sexual nas escolas (consultar “Educação Sexual em Meio Escolar - Linhas Orientadoras”, documento subscrito pelos Ministérios da Educação e da Saúde e pela APF):
Contribuir para a aceitação positiva e confortável do corpo sexuado, do prazer e da afectividade nas expressões e comportamentos sexuais nas várias fases de desenvolvimento;
Expressar os sentimentos e afectos;
Adquirir conhecimentos sobre as várias dimensões da sexualidade;
Desenvolver a capacidade de tomar decisões e de recusar comportamentos não desejados;
Desenvolver uma atitude de aceitação e não discriminatória face às expressões e orientações sexuais dos(as) outros(as);
Desenvolver uma atitude preventiva em matéria de Saúde, nos aspectos relacionados com a sexualidade e a reprodução, etc..
A elaboração desta página por parte dos alunos do 8º C teve duas finalidades principais: por um lado atingir alguns dos objectivos acima indicados, por outro proporcionar algum material pedagógico que auxilie colegas e docentes na dinâmica da Educação Sexual.
A Coordenadora do PPES,
O Director de Turma do 8ºC,
Sara Gabriela Barros Gomes de Oliveira
José Ângelo Sacras.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
01. OBJETIVO DESTE BLOG.
01. INCENTIVAR O CONHECIMENTO DA SEXOLOGIA;
02. MOSTRAR AOS FALSOS MORALISTAS, QUE A SEXOLOGIA DIFERE DA PORNOGRAFIA E DA PORNOFONIA;
03. DIVULGAR CONHECIMENTO CIENTÍFICO, A RESPEITO DA SEXUALIDADE, TRANSMITIDA NA SEXOLOGIA.
SEJAM BEM-VINDOS!
PROF. FÁBIO MOTTA (ÁRBITRO DE XADREZ).
02. MOSTRAR AOS FALSOS MORALISTAS, QUE A SEXOLOGIA DIFERE DA PORNOGRAFIA E DA PORNOFONIA;
03. DIVULGAR CONHECIMENTO CIENTÍFICO, A RESPEITO DA SEXUALIDADE, TRANSMITIDA NA SEXOLOGIA.
SEJAM BEM-VINDOS!
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